30 de Julho de 2009
Hoje, quando cheguei no trabalho, meu andar estava sem energia; não pude fazer muita coisa mas, enquanto fazia só o que não precisa de computador, eu pensei bastante, especialmente lendo a palestra do Marcelo Tas, no livro que Carol me trouxe ontem. Resumindo, meus pensamentos vaguearam entre ‘puxa, sem pc a vida é mesmo mais tranquila’ seguido de ‘ai como eu queria escrever sobre isso, mas que preguiça de papel e caneta…’ o que leva a conclusão de que editores de texto são uma benção, mas as distrações que invariavelmente os acompanham são a derrocada das mentes férteis. Como todos os excessos, o de informação também é uma caca, mas eu fiquei maravilhada com o discurso do “Prof. Tibúrcio” e até ouvi várias engrenagens desenferrujando no meu cérebro, ligando o que ele disse com os paradigmas [aizezuis, eu usei essa palavra naturalmente. SO-CORRO] da minha área - afinal, Biblioteconomia gira em torno de informação.
Mas como eu tava mesmo com preguiça de papel e caneta então eu guardei tudo bem guardadinho no meu super HD cerebral pra escrever quando voltasse a luz, né. Aí voltou, eu liguei o computador e fui escrever, infelizmente também me rendendo ao tio mozilla. Aí fui ver meu horóscopo, e tudo que eu vinha pensando/sentindo nos últimos dias se firmou em mim: e agora estou tranquila como há muito não me sentia. Sem estender nem metaforizar, pra não falar demais, o que tenho vontade de proferir é basicamente isso, que estou tranquila e bem comigo mesma. Quanto a minha reação quando o telefone tocar [porque, se o universo continua na mesma, mais cedo ou mais tarde ele VAI tocar] é outra história… mas a minha tranquilidade não me permite filosofar sobre isso agora,o que no fundo é maravilhoso! eu me sinto até mais madura que o normal quando não fico perdendo tempo útil de vida [e expediente, lalala] pensando em discursos que eu talvez nunca tenha a chance de proferir, até. rRalmente acho melhor assim, deixar pra reagir quando atender o dito telefone. Não é necessariamente fácil/indolor, mas com certeza é simples assim. Divinamente simples.
Ah, o sonho? Deixa pra outro post, esse já ficou muito grande… =P
